10/05/2013 |


A IMPORTÂNCIA DO PERDÃO

         
          O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo, chama o menino para uma conversa. Zeca, de oito anos de idade, o acompanha, desconfiado.
          Antes que seu pai dissesse alguma coisa, Zeca fala irritado:
- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
          Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
          O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, também calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e que cada pedaço de carvão aqui perto de nós é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
          O menino achou que seria uma brincadeira divertida e colocou suas mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo, mas ainda assim eram capazes de manchá-la quando o alcançavam.
          Uma hora se passou, e o menino terminou a tarefa. O pai, que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho, como está se sentindo agora?
          Respondeu Zeca:
- Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

          O pai olha para o menino, que até então ficou sem entender a razão daquela brincadeira e de ter sido participante dela. Seu pai carinhosamente lhe fala:

- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
          O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos (O carvão que suja um pouco da camisa), a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos. (o maior prejudicado foi quem o jogou).


Não vale a pena alimentar o ódio, ele penetra como uma doença no coração do homem. Corrói, destrói e o deixa em ruínas. Já o perdão é a chave que abre a porta do ressentimento e as algemas do ódio. É um poder que quebra as cadeias do rancor e as correntes do egoísmo.


“Livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia, bem como de toda maldade. Sejam bondosos e compassivos uns para como os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo.” (Efésios 4:31,32)

“Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: ‘Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?’ Jesus respondeu: ‘Eu lhe digo: Não até sete, mas até setenta vezes sete.”
(Mateus 18:21,22)


Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras;

Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações;
Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos;
Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter;
Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino.


                                                                                 


O PERDÃO SINCERO DE SUA PARTE FARÁ DE VOCÊ UM VENCEDOR!!!

 Por Marcus Vinícius -  Líder de Intercessão 

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